Como tornar a investigação de fraudes efetiva

14 June 2018

Com o aumento do volume de parceiros, pessoas, valores envolvidos na vida das empresas, há cada vez mais possibilidades de fraudes. Não somente as empresas financeiras estão sujeitas às fraudes, pois varejistas, indústrias, planos de saúde e governo também têm grande incidência. E além dos custos financeiros, também podem ser gerados custos à imagem da empresa e à confiança que ela possui do mercado.

E fraudes acontecem, é um fato. Se sua empresa não investiga, com certeza está perdendo dinheiro em algum lugar. E descobrir as fraudes o mais cedo possível previne maiores perdas futuras.

O problema é que empresas ainda não possuem um processo estruturado de investigação de fraudes, que foque seus esforços em definir as estratégias de detecção e implementação de regras e na investigação em si.

Definindo a estratégia

A estratégia de detecção de fraudes envolve determinar regras e quais os parâmetros aceitáveis. Pode-se ir da regra mais simples, validando conteúdo dos dados, redes de relacionamento (que são MUITO assertivas na detecção de fraudes), até regras mais complexas, com mineração de texto, modelos preditivos, machine learning, etc… Mas para o negócio são fundamentais duas coisas:

  • Rapidez na implementação de novas regras: Não é possível ter que criar um novo projeto em TI para implementar uma regra que identifica um novo tipo de fraude.
  • Facilidade de manipular os dados: Nem sempre os dados necessários estão prontos, então o negócio precisa conseguir ajustar e juntar os dados rapidamente.

Este conjunto de regras quando executado deve gerar ações e alertas para o time de investigação, de acordo com os critérios e peso de regras não atendidas. Deve haver ainda um roteamento de alertas para a equipe certa, com níveis de criticidade e priorização de atendimento.

Investigando

Uma vez que o alerta é gerado e roteado à fila de investigação, é necessário fornecer ao investigador algumas informações para que haja entendimento completo do caso, entre elas:

  • Motivo do alerta: Deixar claro quais regras geraram o alerta e que devem ser investigadas.
  • Histórico: Poder vasculhar o histórico das entidades (pessoas, produtos, empresas, locais, transações) para entender o caso completamente.
  • Rede de relacionamento: Visualmente entender qual o relacionamento entre as entidades e seu histórico (por exemplo, ver na rede de relacionamento de uma pessoa se há outras ocorrências de fraude no passado).
  • Histórico e Dossiês: Poder consolidar documentos, informações adicionais e fundamentar sua análise, construindo o embasamento das decisões.
  • Retroalimentação: Uma vez descoberta uma fraude ou não, retroalimentar as regras de checagem de fraudes.

Como o objetivo é tornar a área de negócio mais independente de TI, irei abordar as ferramenta do SAS que focam neste processo.

SAS Detection and Investigation

O SAS é a empresa líder no segmento de prevenção à fraudes, segundo a pesquisas das agências Forrester e CHARTIS. Muito deste status se deve à suíte de ferramentas de operação de detecção e investigação e de como integrá-las a Advanced Analytics.

O pacote SAS Detection and Investigation permite atender toda a cadeia de estratégia e investigação, atendendo todos os requisitos acima. O objetivo é empoderar o usuário e fazer com que seu esforço fique concentrado nas análises e decisões, e não em buscar dados em sistemas diferentes, resumir informações e consolidá-las.

Este pacote é composto de ferramentas que permitem ao usuário de negócio modelar dados e implementar regras rapidamente, como o SAS Enterprise Guide. O gestão de execução das regras também é centralizada, com alto poder de configuração de periodicidade, através do SAS Financial Crime Investigation.

Para a frente de investigação, o SAS Visual Investigator é realmente impressionante. Além de ser um repositório que gerencia todos os alertas e o histórico de transações, ainda é facilmente configurável pela área de negócio, desde a criação de entidades, ícones visuais até modelos de telas são customizáveis, sem dependência de TI. Permite ainda a criação de grupos de usuário para controle de acesso e fluxos de trabalho para que nada fique para trás. Um ponto importante: é possível integrar o V.I. com outros sistemas via API ou via bancos de dados.

Para a gestão, o SAS Visual Analytics permite a criação de painéis que permitem acompanhar em tempo real os indicadores de performance, como fraudes detectadas, montante salvos, efetividade de regras, entre outros.

Resumindo, é um pacote de ferramentas completo, que se paga em pouco tempo.

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